17 janeiro, 2012
Você e o espelho
A gente passa muito tempo pela vida sem perceber como o Universo em sua perfeição infinita nos dá tudo que precisamos para crescer, de uma forma precisa.Fugimos léguas de nos olhar nos espelhos que a vida nos oferece a cada dia porque lá no fundo sabemos que ali vamos enxergar a nós mesmos... E às vezes é muito mais fácil colocar a culpa de tudo que nos acontece nos outros a ter que assumir responsabilidade sobre o que experimentamos na vida...
Mas quando temos consciência que tudo aquilo que nos acontece é, de uma forma ou de outra, responsabilidade nossa, isso nos dá a possibilidade de mudar a nossa realidade. Quando despertamos para o fato de que os acontecimentos ao nosso redor e as pessoas também, são espelhos para partes nossas que não conseguimos enxergar, isso faz uma diferença enorme.
A partir de então agradecemos ao Universo quando nos deparamos com coisas que nos incomodam, porque sabemos que ali. Ao invés de incomodo, existe na verdade uma chave para que a gente se conheça mais um pouco... Não podemos mudar o outro... mas, sempre podemos transformar em nós o que nos incomoda no outro e isso muda tudo ao nosso redor .
Não adianta fugir desses espelhos que a vida nos oferece para o nosso crescimento, porque eles sempre voltam, como outras pessoas ou situações, que vão refletir exatamente algo que pede por transformação e que vai fazer com que nossa consciência se amplie mais um pouco Quando nos abrimos para receber todo o aprendizado que a vida nos oferece vamos nos encantar como tudo pode se tornar muito mais leve e como esse aprendizado pode ser mais divertido.
Experimente jogar com vida... um jogo de crescimento.... Deixe de lado todo julgamento e os preconceitos e desperte a cada dia sabendo que existe algo para você descobrir sobre você mesmo e que as pistas vão vir através dos reflexos do espelho fornecidos pelas outras pessoas. Não fuja dos espelhos... e nem tente limpá-los... não adianta limpar o espelho porque ele reflete você...
E pouco a pouco esse jogo de olhar no espelho da vida vai se tornando cada vez mais claro e mais natural... e vamos nos rendendo a infinita sabedoria do Criador que sempre nos proporciona o que precisamos... na hora certa... nem mais... nem menos.
15 janeiro, 2012
Material escolar 2012
O material escolar é comprado nos primeiros meses do ano. Você recebe a lista das escolas assim que faz a matrícula. Então, em dezembro e janeiro, os pais estão recebendo a listinha e bate o desespero pois na maioria das vezes sai muito caro por isso reunimos algumas dicas para ajuda-la a comprar o material do seu filho(a) mais barato e economizar um dinheirinho apenas mudando alguns hábitos.
Dicas para comprar material escolar mais barato :
1 – Nunca leve seu filho(a) junto.
2 – Comprar fora de época – o preço do material escolar tende a baixar depois que passa o início do ano letivo. Alguns itens da lista se repetem todos os anos, então muita coisa você pode adquirir até antes.
3 – Comparar preços das lojas – faça orçamento em pelo menos quatro lojas, normalmente as lojas do centro da cidade costumam ser mais baratas.
4 – Pesquise na Internet – antes de sair na rua para comprar, faça uma visita as lojas on line, é possível encontrar um bom preço em determinados itens.
5– Custo benefício – nem tudo que é barato e ruim.
6 – Material do ano anterior – muita coisa do ano anterior pode ser reaproveitado com mochila, réguas, estojos, canetas, lapiseiras, não é necessário comprar tudo novamente.
7– Sugestão da escola – nem sempre o que a escola sugere é indispensável, use o bom senso.
8– Livros usados – livros de filhos e parentes mais velhos podem ser aproveitados, verifique isso antes de sair as compras, muitas vezes compramos coisas que já temos em casa.
9 – Compre a vista – Normalmente a vista é sempre mais barato, cerca de 10%!
10 – Pechinche sempre antes de pagar – A maioria das lojas colocam a margem de lucro um pouco acima já esperando que o cliente pechinche. Junte todos os orçamentos assinalando os menores preços das outras lojas, inclusive da Internet, vá a uma loja e fale que você comprará tudo se o gerente fizer um bom desconto.
Contando os fios no travesseiro
Quase todas as pessoas sofrem com a queda de cabelo, mas geralmente a perda dos fios é totalmente normal. Passar as mãos no cabelo e sair com alguns fios entre os dedos é normal, mas deixar mechas no travesseiro pode ser um pouco preocupante. Para ter certeza se a sua queda é normal consulte um especialista.
Muitos fatores podem desencadear a queda dos cabelos, entre eles está o estresse, a depressão, a idade, os hormônios, pós-parto, uso de remédios, o peso e também algumas doenças específicas do couro cabeludo, como a seborréia. Existem muitos mitos a respeito da queda de cabelo, como usar boné, lavar com água quente demais, dormir com cabelo molhado e muito mais. O que pode acontecer, na verdade, é que todos esses fatos podem ocasionar doenças capilares, estas sim tendem a causar o desprendimento dos fios.
É preciso levar em consideração que todo fio de cabelo tem um ciclo de vida. Em um determinado momento ele irá cair, naturalmente. Perder alguns fios diariamente é perfeitamente normal, mas se você começar a notar o aparecimento de regiões inteiras sem cabelos, procure um medico especialista e realize todos os exames necessários. A perda exagerada de fios pode caracterizar um quadro de calvície.
Alguns procedimentos químicos também podem gerar a queda dos fios, entre eles estão as escovas progressivas e as tinturas. Ao notar o problema, interrompa todos esses métodos de beleza para proteger os seus fios. Existem vários tratamentos para combater a queda, seu médico poderá indicar o mais adequado para o caso.
Moda para todos
A moda conquista por onde passa e não há nada pior para os apaixonados por tendência do que não poder comprar as peças do momento. Há quem ache impossível andar na moda sem gastar rios de dinheiro, é possível sim, ainda mais nos dias de hoje, que existem muitas redes de fast fashion e outras marcas alternativas que fazem ótimas releituras de peças de grife.
Para começar, é sempre bom investir em peças básicas e atemporais. Calça jeans básica, camisa branca, sapato preto ou nude, bolsa média preta ou nude, vestido preto básico, acessórios bons e clássicos como colar de pérola, brinco de ponto de luz, essas coisas. Tendo peças neutras você faz ótimas combinações com outras peças de mais destaque. As tendências você deve procurar sempre nas promoções ou em marcas alternativas. O próprio nome já diz “tendência”, elas podem passar a qualquer momento e você não vai querer um armário cheio de coisas que não se usam mais e o pior, que você pagou caro por ela.
Vasculhe bastante antes de comprar e só pague caro se você achar que vale muito a pena ou, em primeiro lugar, nas peças clássicas e neutras. Aproveite os acessórios baratinhos para entrar na moda, lojinhas de bijuteria sempre são cheias de artigos inspirados nas grandes tendências. Com cem reais você comprar peças de roupas e acessórios da moda em lojas populares. O importante é procurar e saber usar as peças ao seu favor. É preciso ter um olhar fashion sobre as roupas, às vezes uma simples customização pode mudar tudo. Fique sempre atenta!
13 janeiro, 2012
QUANDO COMPRAR VIRA UMA DOENÇA
Caixas de sapatos novos, empilhadas. Roupas tomando quase todo o armário, muitas delas ainda com a etiqueta da loja. Prateleiras e mais prateleiras com produtos guardados, às vezes quase escondidos. Assim é a casa de um comprador compulsivo: pode até ser organizada, mas está cheia de coisas que ele não usa. Já sua vida financeira é o contrário: cheia de coisas que usa (cheque especial, inúmeros cartões de crédito), porém completamente desorganizada (os limites de crédito estão todos estourados).
Pessoas com esse perfil fazem parte de uma legião crescente, que ganhou até nome específico na ciência: oneomania. Embora os estudiosos tenham buscado uma palavra do grego antigo (one, que quer dizer compra) para batizar essa mania, trata-se de um problema bem moderno. Ganhou relevo nos últimos 20 anos, devido à maior oferta de crédito, à distribuição desenfreada de cartões, ao desenvolvimento de compras via telefone e, mais recentemente, via internet – quantos produtos estão só a alguns cliques do nosso alcance? E também devido à sucessão de lançamentos das mais variadas mercadorias, logo substituídas por outras.
Os compradores compulsivos são aqueles que têm dificuldade em avaliar a real necessidade de uma aquisição. "Compram para satisfazer um desejo ou para aliviar a ansiedade ou a depressão. Adquirem coisas que não usam, de vez em quando até duas vezes o mesmo artigo, porque não percebem que já tinham", explica a psicóloga Tatiana Filomensky, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, que presta atendimento gratuito aos portadores desse transtorno.
Para essas pessoas, levar um novo item para casa é uma espécie de bálsamo para os problemas, já que ativa o sistema de gratificação cerebral, responsável por liberar neurotransmissores que levam à sensação de felicidade. "Eles ficam dependentes desse sentimento", diz Tatiana. "Escondem que estão comprando. Vão às lojas no horário de almoço para ninguém da família desconfiar, mas se arrependem logo depois da aquisição”, completa.
Nos Estados Unidos, 6% dos consumidores são gastadores compulsivos, segundo uma pesquisa da Universidade Stanford. No Brasil, não há estatísticas sobre isso. O Instituto de Psiquiatria da USP atende 60 pessoas por ano, mas tem fila de espera. A maioria – quatro em cada cinco pacientes – é mulher. Os itens consumidos variam: bolsas, sapatos, acessórios e roupas para elas; e artigos para o carro, relógios e equipamentos eletrônicos para eles.
Diagnóstico e tratamento
Poucas pessoas que sofrem desse distúrbio conseguem perceber quando passaram do limite – é difícil para elas diagnosticarem que estão com um problema. “Consumir é uma ação muito comum no dia a dia, até incentivada. O indivíduo demora a perceber que tem algo a mais, que sua falta de controle é atípica, que não tem um desvio de caráter, mas uma doença”,
Um dos sintomas é a impulsividade — não resistir a uma promoção, por exemplo, comprar algo sem pensar, mesmo que o dinheiro esteja curto e mesmo que saiba que nunca vai usar. Ou contrair dívidas atrás de dívidas, e continuar adquirindo itens supérfluos mesmo que a conta bancária já esteja estourada. Outro sinal de problemas é lançar-se a subterfúgios para gastar mais: ir às lojas escondido dos familiares e fornecer informações falsas para ter o crédito aprovado, por exemplo. Se perceber que você ou alguém de sua convivência está passando por problemas desse tipo, lembre-se que há tratamento.
No instituto da USP, os pacientes passam por uma avaliação psicológica para identificar se o impulso está ligado a problemas como ansiedade e depressão ou transtorno alimentar (peso excessivo ou bulimia). Depois, fazem terapia em grupo e são acompanhados por um psiquiatra, o que significa dizer que, às vezes, o tratamento tem de envolver remédios. Não que haja um comprimido que faça a pessoa parar de comprar; o medicamento é voltado aos sintomas que acompanham o distúrbio, como a depressão.
“A educação financeira também é importante, pois o endividamento é consequência inevitável da compulsão por compras”, destaca a assessora técnica da Diretoria Executiva do Procon-SP, Vera Lúcia Remedi. Percebendo o aumento desses casos, o órgão criou o Núcleo de Tratamento ao Superendividamento, que dá orientações sobre como quitar dívidas. Isso inclui, por exemplo, fazer uma lista discriminando os gastos fixos, de modo a identificar mais facilmente o que é supérfluo, e jamais pegar um empréstimo para pagar outro (leia outras dicas na matéria Como organizar seu orçamento doméstico).
Para verificar o que está pesando mais no seu bolso, recorra também à Balança Doméstica, de VITAL. Você informa a renda do domicílio, o número de moradores e quanto gasta em áreas como alimentação, saúde, transporte, habitação, higiene e limpeza, lazer e cultura, vestuário e educação. A ferramenta consolida seus dados e mostra em quais setores suas despesas estão acima de seu perfil financeiro. Ela pode apontar, por exemplo, que você está gastando 20% a mais em lazer do que o ideal, e indica alguns itens que podem estar elevando seus desembolsos. Assim fica mais fácil controlar as contas e driblar futuras dívidas.
12 janeiro, 2012
Carros perfeitos para mulheres
Quem disse que carro é assunto só de homem? É claro que nós mulheres também podemos entender e apreciar o mundo do automobilismo. Muitas pessoas já devem ter ouvido alguém dizer que certo carro tem “cara” de ser de uma mulher. Pois é, os veículos muitas vezes têm mesmo características que se adéquam a um público específico.
Aqui no Brasil, dentre as marcas de automóveis comercializadas, há muitos modelos “afeminados”. Pode ser um pouco preconceituosa essa ideia, mas é que às vezes o carro tem um jeitinho delicado demais, que faz lembrar nós mulheres. Esses carros parecem estar surgindo cada vez mais, tudo isso pode estar ligado ao aumento no número de mulheres compradores de automóveis. Em 2000, elas não chegavam a 25%, hoje são mais de 40% dos consumidores. Desde então, tudo é pensado para agradá-las, desde a cor do veículo até o tecido que forra os bancos.
Cores vibrantes, brancos ajustáveis de várias formas, câmbio automático, porta-objetos em locais estratégicos, tecidos que não puxem fio das roupas para forrar os bancos, designe compacto, porém espaçoso por dentro. Enfim, são muitas as características que atraem as compradoras.
Entre os carros mais vendidos para mulheres estão:
Citroën C3 – design europeu, é a elegância em quatro rodas;
Volkswagen New Beetle – antigo carro da Barbie, nós amamos;
Kia Soul – o modelo dele é super moderno, as mulheres adoram;
Citroën C4 Picasso – este é o carro ideal para as mamães, é espaçoso, confortável e seguro;
Nissan Tiida – este é um carro espaçoso e bastante imponente, as mulheres gostam;
Fiat Uno – moderno e acessível, é um carro ótimo para mulheres jovens;
Fiat 500 – estilo retrô, que está em alta no momento e atrai as mulheres;
Volvo C30 – moderno, atraente e super macio para dirigir;
Kia Picanto – ótimo para a cidade, econômico e mais barato que seus concorrentes;
Honda Fit – compacto, no entanto espaçoso e bastante econômico
10 janeiro, 2012
Evite 12 atitudes que geram pessimismo
Diariamente nos vemos expostos a uma enxurrada de notícias ruins que nos chegam pela TV, jornais, rádio e internet. Sem o contrapeso das coisas boas que também ocorrem todos os dias, mas não viram notícia, o mundo que observamos passa a ser um amontoado de violência, pobreza, desastres e crises.
Nosso corpo sofre as consequências: "ficamos tristes, ansiosos e desmotivados, o que pode levar à depressão e à fobia, entre outras doenças", afirma Alessandra Ricciardi Gordon, psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Segundo Arnaldo Vicente, presidente da Associação Brasileira de Psicanálise Clínica, existem pelo menos doze fatores que geram pessimismo extremo. Identifique quais são e seja mais otimista:
Ou tudo ou nada
A pessoa vê uma determinada situação em apenas duas categorias. Exemplo: ela se sente amada ou odiada no trabalho.
Catastrofização
Toda vez que pensa sobre o futuro, projeta resultados negativos.
Supergeneralização
É o hábito de tirar uma conclusão radical de determinada situação, acreditando que o cenário jamais mudará.
Argumentação emocional
É a atitude de "imaginar" o que os outros estão sentindo. Exemplo: a fulana está quieta porque está desinteressada em mim, e não porque está cansada.
Leitura mental
Quando concluímos o que o outro pensa, sem argumentar ou ouvir o outro lado.
Personalização
Atitude de achar que tudo que acontece de ruim é exclusivamente pessoal.
Eu devo, você deve
Pessoa que tem uma ideia estabelecida de como se deve agir e superestima quando as coisas não acontecem do jeito que ela acha que deveriam acontecer. Costuma ser perfeccionista e se deprime com facilidade.
Visão em túnel
A pessoa vê apenas os aspectos negativos de uma situação.
Abstração seletiva
Acontece quando prestamos atenção em um detalhe negativo e consideramos que o todo se resume apenas ao detalhe.
Desconsiderando o positivo
Atitude de desvalorizar os pontos positivos, principalmente quando um novo desafio é proposto.
Rótulo
Hábito de achar que se alguém é de um jeito, vai ser assim para sempre.
Magnificação do negativo e minimização do positivo
Quando acreditamos que, mesmo sendo positivos, nada mudará. Provoca ansiedade.
VOCÊ SABE O QUE É PROCRASTINAÇÃO?
Quem nunca deixou alguma coisa para resolver na última hora? Muita gente pode não conhecer esse problema pelo nome, mas o hábito de procrastinar — ou seja, adiar tarefas ou atividades necessárias e importantes para outro dia ou para um tempo futuro qualquer — é bastante comum.
Em geral, as pessoas que adiam seus deveres podem até sentir certo prazer ao fazer outra atividade nesse intervalo, mas não deixam a preocupação de lado. E o que é pior, quando a situação chega ao limite, aparece um componente de sofrimento, uma sensação de que não será possível cumpri-la ou uma culpa por não tê-la executado antes e aproveitado o tempo depois sem nenhum peso na consciência.
Segundo a psicóloga de São Paulo Lilian Boarati, que mantém um site sobre análise comportamental, toda conduta é aprendida, sendo fortemente influenciada por três fatores simultaneamente: a genética do organismo, a educação que o indivíduo recebe — somado às experiências de vida — e a cultura em que ele está inserido. Só para você ter uma ideia melhor, é a genética a responsável por alterações nos neurotransmissores, hormônios, comportamentos reflexos e motores. Por isso, ela cria uma predisposição, que se manifesta quando o meio e a educação colaboram para isso.
“O Brasil não é um país que investe na formação de seus indivíduos, se comparado a outros mais desenvolvidos. A consequência negativa da nossa cultura é a desorganização, a impulsividade, o imediatismo e a procrastinação”, afirma a profissional. Mas, segundo ela, o meio precisa estar aliado aos outros dois contextos antes citados: a genética e a educação.
Escolha pessoal
A psicóloga ressalta que — apesar de se tornar um hábito na vida de algumas pessoas devido às frequentes repetições — procrastinar é uma escolha. Você pode optar ou não por resolver algo com planejamento ou "empurrar com a barriga" e deixar para a última hora.
Ela explica que o sofrimento emocional atrelado ao ato — como angústia, culpa e frustração — está condicionado ao ato de protelar as obrigações. “A pessoa sabe que está evitando realizar alguma atividade importante, que pode trazer-lhe aborrecimentos futuros ou consequências negativas, mas isso não é suficiente para motivá-la ou convencê-la a modificar esta conduta.” E, segundo ela, este sofrimento emocional desaparecerá somente quando o indivíduo realizar a atividade que está evitando ou adiando.
O chapéu ideal para cada rosto
A moda é dos acessórios e, entre eles, um artigo tem se destacado pela carga de estilo que ele carrega. Os chapéus, nos mais variados modelos, têm feito a cabeça de muitas fashionistas. Da praia até a cidade, esse é um acessório que pode tanto servir apenas para ornar, quanto para proteção. Mas o que muitas pessoas não sabem é que existe um modelo de chapéu para cada tipo de rosto.
Quem tem o rosto de formato oval, ou seja, largo na altura das bochechas e fino no queixo, deve preferir os chapéus cuja aba e a copa (parte superior) sejam proporcionais, para que não o visual não fique exagerado.
Já para as pessoas de rosto quadrado, os modelos de aba larga e copa média ou alta ficam melhor, pois equilibram o rosto que por natureza é mais alongado.
Para os rostos redondos, é aconselhável o uso de chapéus com a copa de altura média ou alta, tendo a aba proporcional à altura da copa. Isso dá impressão do rosto de mais fino, pois o deixa mais alongado.
Para as pessoas com o rosto retangular, que é bastante confundido com o quadrado, porém é mais longo e fino no queixo, combinam os modelos de chapéu que possuem a copa média ou baixa, assim como as aba.
Já para aquelas pessoas que possuem o rosto em formato triangular, ou seja, mais largo em cima e afinado no queixo, ficam melhores os modelos de chapéus cuja copa e a aba sejam em tamanhos pequenos e arredondados. Isso deixa o visual mais suave.
07 janeiro, 2012
Por que eles mentem!
Um relacionamento é feito de altos e baixos. Quando duas pessoas se conhecem e se apaixonam, geralmente, no começo tudo é lindo e tranqüilo. Com o passar do tempo, a rotina e a intimidade, em vez de ajudarem o casal a ficar mais unido, elas podem também acabar com uma relação que não for comedida.
A proximidade entre um casal vai além do dia-a-dia, além de morar, dormir e viver junto. É preciso respeitar o espaço do outro. O que acontece com muita freqüência é o querer controlar a vida do companheiro. Tanto da parte dos homens quanto das mulheres. A base de tudo deve ser a confiança. Desconfiança pode ser o primeiro motivo das mentiras.
Na primeira vez em que você tenta controlar os passos do parceiro, ele pode até não perceber, mas consecutivamente isto se torna previsível. Toda vez em que ele demorar meia hora a mais para chegar em casa e você não aceitar a sua justificativa, afirmando que estava em um compromisso qualquer, o homem para se proteger irá criar uma história aceitável. Se ele diz a verdade e a parceira não aceita, gera aí um desentendimento. Se ele mente e ela suspeita ou descobre a verdade, gera também um desentendimento. Controle: outro motivo.
É preciso ter limites. Superproteger uma relação assim pode ter efeitos contrários. É difícil para quem sente ciúmes da pessoa amada deixar que ela siga por onde desejar, livremente. Porém, isso é o que vai fazer com que o parceiro acredite que você confia nele. Não o pressione. Muito menos invente situações para que ele sinta ciúmes e você revide com uma mentira. Isso levaria seu relacionamento direto para o final, aos poucos. Ninguém consegue fingir o tempo todo, por isso mude suas atitudes verdadeiramente. Ciúmes: faz com que ele minta por precaução.
Quando o amor entre o casal é verdadeiro, as vidas seguem o rumo certo. Não é preciso estar as 24 horas do dia grudado um no outro. As pessoas livres que se importam com quem as amam sempre voltarão, faça tudo valer a pena boa sorte.
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